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ACIMS - Associação Comercial e Industrial de Monte Sião
História da cidade
Ano de 1921
Ano de 1921
Ano de 1934
Ano de 1934
Ano de 1938
Ano de 1938
1938 a 1997
Introdução

Três aspectos importantes marcaram a história de Monte Sião. Primeiro o período ante imigração italiana, exploração do solo na extração de minérios valiosos, pecuária e agricultura, região até então desconhecida. Segundo, a imigração italiana que viria a firmar Monte Sião na história no final do século passado. Para confirmar este fato, basta fazer um passeio pela cidade e constatar a influência de alguns nomes de origem italiana em suas ruas.  A imigração italiana em Monte Sião mudou definitivamente o rumo da história da cidade. E um terceiro e último aspecto, o início da indústria do tricot, apesar de artesanal no início, porém importante, colocaria a cidade num estágio avançado da industria de malhas, reconhecida internacionalmente. Qual será o próximo estágio que faz com que viajantes do Brasil inteiro buscam pela qualidade da malha de Monte Sião? Uma coisa pode-se afirmar com certeza, este processo é irreversível!

A mais antiga referência


A referência mais antiga encontrada no calendário histórico de Monte Sião parte do ano de 1790, quando chegava ao fim a era da mineração, principalmente do vizinho Distrito de São Pedro, no arraial de Ouro Fino, onde se localizava a Guarda Mineira. Encerrado o ciclo do ouro para dar lugar ao período da pecuária e da agricultura, tinha início nesta região, por volta de 1800, através das "Picadas do Mogi", a grande corrida em busca de posses de boas terras para formação de fazendas.

Em 1838, o fazendeira major Antonio Bernardes de Souza, então com 35 anos de idade, conferia ao lugar características de Arraial, segundo reza a tradição, denominando-o de "Jabuticabal".
A primeira via pública do Arraial tinha o seu começo um pouco acima das pequenas lagoas, permanentes, provocadas pelo antigo curso do ribeirão que fecha a leste, procedente de São Paulo e subia obedecendo a regularidade do alinhamento. Logo recebia o nome de Rua Direita.
A Rua Direita, foi iniciada na travessa, hoje, da rua José Moterani e prosseguiu por uma elevação até a velha casa dos Pennacchi, cuja madeira de construção foi tirada do largo da Capela pelo então, proprietário, capitão José Luiz de Santa Bárbara Cavalheiro. Essa rua, em vão, já se denominou rua 15 de Novembro (1894) e hoje Rua Presidente Tancredo de Almeida Neves (1985).
As outras duas vias, popularmente denominadas Rua do Sapo (atualmente rua Ernesto Gottardello) e Rua da Palha (atualmente rua Juscelino Kubitschek de Oliviera), eram alinhadas e abertas em pontos distantes, uma a leste, paralela ao referido ribeirão, e outra a oeste do povoamento.

A atual Praça Prefeito Mário Zucato, com seu magnífico jardim público, inaugurado em 1941, foi parcialmente projetada pelos primeiros povoadores, onde se erigiu em 1849 a Capela com a invocação de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa.

O principal fundador de Monte Sião, major Antonio Bernardes de Souza, nasceu aos 24 de outubro de 1803, no lugar denominado "Rio Pardo", Freguesia de Ouro Fino. Em 1825 o fundador desta cidade já residia no bairro do "Lutério", antiga denominação de Monte Sião.

Missionários do além-mar, de passagem pelo arraial (em 1850) deram-lhe o nome de Monte Sion, à vista da semelhança do acidente orográfico local como o nome bíblico das colinas de Jerusalém. A partir daí o arraial alcançaria uma série de melhoramentos na força de seu trabalho.
Por força da Lei 665, de 27 de abril de 1854, já com o nome de Monte Sião, o povoado passou à categoria de distrito, ligado inicialmente ao município de Pouso Alegre e, a partir de 1880, ao município de Ouro Fino. Em 1881 foi instituída a paroquia de Monte Sião.
Em 1888, chegam os imigrantes italianos (cerca de 350 famílias) que passariam a influenciar diretamente em todas as atividades, dedicando-se destacadamente no cultivo do café, desde então o trabalho passaria a ser uma vocação coletiva. No dia 6 de janeiro de 1950, em obediência ao decreto 3208, baixado pelo governador Milton Soares Campos, o povo montesionense festeja a instalação de sua Comarca. Em 27 de agosto de 1957, Monte Sião passa a ser Estância Hidromineral. Em 1982, Monte Sião é transformada em cidade turística.
A partir daí, seu progresso foi cada vez mais gradativo. É hoje conhecida internacionalmente."

A origem do nome

Em 1815 a região de Monte Sião era conhecida por 'Lotério Acima', em razão do rio Eleutério, que nasce no centro do território deste município e corre com esse nome até a antiga região do 'Lotério Abaixo'.
Em1819 teve início a formação do lugar ao pé do Morro Pelado com a denominação de Bairro do Eleutério, para mais tarde, em 1838, receber o nome de Arraial do Jabuticabal. No ano de 1850, os frades franciscanos, frei Eugênio Maria de Gênova, frei Arcanjo e frei Francisco, vieram pregar as santas missões no povoado e à vista da semelhança do referido morro, que se ergue a oeste, com o monte bíblico das colinas de Jerusalém, que bem conheciam, sugeriram então a denominação de 'Monte Sion' ao lugar, que foi bem acolhida pelo povo.
A partir daí o primeiro capelão passava a escrever os acontecimentos religiosos com esse nome, porém a comunidade, muito simples, ao invés de falar corretamente 'Sion' pronunciava Sião, e tanto isso é verdade que, quatro anos depois, em 1854, o arraial subia a Distrito de Paz, já com a denominação de 'MONTE SIÃO', como bem pronunciava o povo antigo e assim ficava sentenciado para todo o sempre"

A imigração italiana

A partir de 1887 Monte Sião começava a receber as primeiras levas de imigrantes, pobres, oriundos da Europa, para as atividades rurais, principalmente na maior produção do café.
Sob forte influência dos imigrantes italianos que, desde então, continuavam se instalando no Distrito; este lugar conhecia dias agitados, jamais vistos antes, bem ao sabor de seus novos habitantes, um povo vigoroso, falante, de sangue quente, disposto ao trabalho.
Havia uma espécie de 'Consulado' clandestino, instalado no bairro da Guardinha, distante 13 quilômetros, onde residia e predominava o 'Consul' Pellegrino Tortelli, um dos primeiros italianos a pisar o solo monte-sionense. Ali já se achavam também os Pamontin, que cuidavam da fabricação do vinho para a pequena colônia, que começava tomar corpo e se estender por toda área da Freguesia.
As famílias que chegavam, a maioria procedente do porto de Santos e mais de perto através de Amparo e Bragança, logo se dirigiam para o referido 'Consulado' e, depois de instruídas onde melhor se fixar, partiam direto para as fazendas de café e algumas, mais instruídas, para a sede da paróquia(¹).
Já no início do novo século, a agricultura, base econômica de Monte Sião, era sensivelmente incrementada pelo trabalho ingente e perseverante dos imigrantes. A sede prosperava a olhos vistos com a abertura de vias públicas, construção de grande número de casas residenciais e comerciais, mudando radicalmente, também, toda estrutura social e política do lugar e particularmente todo sistema de vida de sua comunidade até então muito enclausurada e circunspecta.
Os italianos, já em grande número, além de suas excelentes qualidades no trato da terra, agitavam tudo, ingressavam e engrossavam sem cerimônia na política partidária, quando Monte Sião começava sonhar com sua emancipação.
Essa gente buona e alegre, de fato, chegava para modificar e até bagunçar todo plano e hábito do pequeno lugar, tanto na parte política, como em todas as atividades sociais, religiosas, econômicas, educativas e principalmente culturais.
Assim se desenrolava, no começo do século XX, a altiva herança do major Antonio Bernardes de Souza, dentro de uma sucessão de fatos os mais significativos, como falam os documentos históricos e rezam as tradições.(²)"

(1) A dificuldade de comunicação, da complicada língua com seus dialetos, era também a razão pela qual os primeiros italianos que aqui chegando se dirigiam logo ao bairro da Guardinha, para receber orientações do 'Consulado'.
(2) Cerca de 300 famílias imigrantes faziam deste lugar uma grande colônia italiana, com suas origens e costumes das mais diferentes províncias da Itália.

Bibliografia:
Obra: Pelos Caminhos de Monte Sião 1790 - 1987. (obra esgotada).
Autor: Lourenço Guireli Júnior, ex-prefeito de Monte Sião, 1979.
Para conhecer com mais detalhes a história de Monte Sião, leiam Fragmentos Históricos de Monte Sião, do mesmo Autor.

Aspectos geográficos

O Município de Monte Sião, situa-se no extremo sul do Estado de Minas Gerais e orgulhosamente se destaca como marco divisório de Minas e São Paulo. É bem acidentada a sua topografia, porém suas terras são férteis e saudável e seu clima caracterizado por verões brandos e úmidos.
Tem a duração de três meses o período seco, coincidindo com os meses mais frios de junho e julho, quando se registra o fenômeno das geadas.
A temperatura média anual é de 21°C e no inverno oscilando a zero graus Celcius. Tendo sua área de 291Km², toda cercada e sensivelmente atravessada por cordilheiras, com montes mais ou menos elevados.
Confronta-se com os municípios paulistas de Socorro, Águas de Lindóia e Itapira, e com os municípios mineiros de Jacutinga, Ouro Fino e Bueno Brandão.
Monte Sião nasceu pelas águas correntes do rio das pedras e se fez cidade na crista de uma colina, ao pé do histórico Morro Pelado.
A área onde se altéia caracteriza-se pela sua posição montanhosa, sulcada levemente por duas correntes de água.
Fechando a leste, procedente do Estado de São Paulo, as águas do Ribeirão do Tanque, e a oeste às águas do Ribeirão do Pelado, que circunfluem a cidade e se juntam na formação do rio das Pedras, e este, por sua vez, após receber diversos pequenos afluentes, desemboca no rio Eleutério, no lugar das "gramas roxas".
O sítio urbano está embelezado e fortemente protegido por três nobres elevações, a oeste o morro Pelado, com 1319 m, ao norte a Serra dos Macacos, com 1139 m, e a leste com o morro da Batinga, com 950 m.
As serras abraçam carinhosamente este lugar, que tem sua posição marcada pelas coordenadas geográficas de 22°25'57" de latitude sul e 46°34'21" de longitude GW.
Monte Sião fica a 391Km da capital do estado, em linha reta, rumo S.O. Por rodovia está a 170Km de São Paulo, 470Km de Belo Horizonte, 100Km de Campinas, 90Km de Pouso Alegre, 7Km de Águas de Lindóia, 31Km de Ouro Fino, 33Km de Socorro, 22Km de Jacutinga, 37Km de Itapira e 33Km de Bueno Brandão."

A maioria dos habitantes, cerca de 66%, encontra-se na sede municipal. A população geral feita pelo CENSO de 1996, está distribuida da seguinte forma:

  • Urbana: 12.289 habitantes
  • Rural: 6.224 habitantes
  • Eleitores: 10.544 eleitores (dados até 29/9/97)
A capital nacional do tricô

Quem visitou Monte Sião há apenas alguns anos atrás e retornar hoje, terá um grande susto e uma grande surpresa. A cidade, praticamente inteira, está voltada na produção de Tricô. É a primeira atividade econômica do município, seguida pelo Turismo e pouca atividade na lavoura. São centenas de micro-empresas que empregam grande parte da população da cidade e das cidades vizinhas.
Monte Sião apostou no fio de lã e teceu uma economia de sucesso. Quem olha Monte Sião à noite, quieta e pacata, pensa que a cidade dorme profundamente. Engano. As máquinas funcionam sem parar e consomem, em 24 horas, 3 toneladas de fio produzindo 15 mil peças de vestuários por dia (dados de 1998).
Para se ter uma idéia dos números, no último mês de fevereiro do ano de 1998, chegaram à cidade 12 máquinas de tricô eletrônica importadas do Japão, que custam em média US$ 60 mil, cada. Essas máquinas justificam o alto crescimento do tricô na cidade trazendo evolução, tecnologia moderna e aprimoramento. É que este equipamento produz com melhor qualidade malhas mais leves, mais suaves, não tão pesadas como as que se comprava nos invernos anteriores, modelos únicos tecidos no Brasil, para atender não somente ao inverno mas também a outras estações do ano.
Só no ano de 1997 surgiram na cidade mais de cem novas lojas. São mini-shoppings e galerias com lojas modernas para atender ao mais exigente público à procura de peças de malha.
O padrão atual das lojas deu um grande salto. De construções simples no passado, Monte Sião começa a exibir uma certa sofisticação nas vitrinas.
Sem dúvida são dados representativos para uma cidade de apenas 20 mil habitantes que na década de 60 era pobre e pouco conhecida.
Como isso tudo começou em Monte Sião: Foi graças aos imigrantes italianos, que se instalaram no Sul de Minas, a exemplo do que ocorreu em outras regiões do Brasil, que Monte Sião encontrou o seu desenvolvimento. Com muita vontade de trabalhar, esperança de ter uma vida melhor e muita fé em Deus, os italianos tombaram as terras e plantaram café. Até que um dia, sem estímulos, a agricultura deixou de existir.
Mas o povo italiano trouxe algo mais que marcou, definitivamente, o dia-a-dia do montesionense. Ao aportar nestas terras, esse povo lutador trouxe na mala seus costumes e tradições. Dentre eles, uma arte, que faz Monte Sião ser famosa em todo o Brasil e até no exterior: o Tricô.
As mulheres, que até então esperavam o lucro da agricultura para alimentar os filhos, puseram fé no fio de lã e com muita habilidade no uso das agulhas iam tecendo o que jamais imaginaram: uma economia forte. Para ajudar no sustento faziam peças de tricô e iam para a praça pública vender. Foi um sucesso.
Aí entrou em cena Dona Iracema Andreta Francisco, hoje com 74 anos. Foi ela quem comprou, com dificuldade, a primeira máquina de Monte Sião. A velha e boa Lanofix. Quando a máquina chegou foi um alvoroço. Esta máquina está exposta no museu histórico e geográfico, pertence à Fundação Cultural "Pascoal Andreta", entidade sem fins lucrativos, local onde todo turista que passar por Monte Sião não pode deixar de visitar.
E foi no começo da década de 70 que o tricô saiu das praças para entrar numa nova etapa. "Foi eu quem começou tudo isso", declara Dona Iracema, que conseguiu criar todos os filhos, sendo que uma delas se casou com um vestido de tricô feito pela mãe.
De lá para cá, muita coisa mudou. As mulheres ensinaram os homens e hoje existem na cidade casos como o de Belmiro Carlos Odinino, que sem se render as grandes evoluções tecnológicas das máquinas, produz, com uma Elgin, 25 macacões de bebê por dia. "Tenho bons lucros e uma vida boa, a família está satisfeita", finaliza o micro-empresário.
Andreta, Ondino, Bernardi, Labegalini, Labigalini, Canela, são sobrenomes que traduzem a força do sangue italiano no sucesso de Monte Sião. Italianos que ficaram mineiros, ou italianas que ficaram mineiras. Mulheres fortes que hoje se orgulham da tradição que consolidaram.
Além de uma economia forte, a cidade esnoba beleza natural. Tornou-se rapidamente conhecida por seu artesanato em lã, linha e couro. A evolução e o aprimoramento desta atividade foi o principal impulso no progresso e transformou Monte Sião no centro do chamado Circuito das Malhas; daí recebendo o título de "Capital Nacional do Tricô".

Pontos turísticos
  • IGREJA NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA   
    Elevada à Santuário.
Igreja
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A Paróquia de Monte Sião é dedicada a Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. Após sério estudo histórico chegamos a descobertas muito interessantes e relevantes:

1. Monte Sião foi o primeiro lugar do Brasil consagrado a N. Sra. da Medalha - 1849 (150 anos).
- Conseguimos na Cúria de São Paulo a cópia da provisão para construir aqui, até então sertão desconhecido das Minas Gerais, de difícil acesso às capitais, uma capela a Nossa Senhora da Medalha (1849).
- O fundador desta cidade escreveu uma carta ao bispo de São Paulo pedindo autorização para tal construção em 1848, afirmando a grande devoção a Medalha Milagrosa aqui existente. Então a devoção popular veio antes da construção da capela.
Curiosidades: N. Sra. apareceu a Sta. Catarina Labouré na França em 27/11/1830 pedindo que cunhasse a medalha e quem a usasse receberia um proteção especial.
A primeira medalha foi cunhada em 1832 e a sua divulgação pela Europa se deu por volta de 1836. Apenas 12 anos depois já estava sendo feito um pedido oficial para construir uma capela num local onde não existiam imigrantes franceses. Quem iniciou tal devoção em Monte Sião? Tal cidade na época não tinha estradas, era um local de difícil acesso. "Maria escolheu um lugar simples de gente simples"...

2. A imagem de Portugal aqui venerada difere de todas as imagens de Nossa Senhora que conhecemos. Ela é única.
Foi trazida de Portugal para o Rio de Janeiro, e no lombo de cargueiros até aqui a 118 anos aproximadamente.
Características sui generis:
- Os escritos em seu arco: "Quasi cedrus exaltata sum in Libano et quasi Cypressus in Monte Sion".
- Esta imagem apresenta N. Sra. com todas as feições femininas: Seios, busto, cintura, coxas etc. Isso não era comum na época.

3. Muitas graças foram alcançadas nesta igreja. Temos vários relatos assinados. A minoria das pessoas concordam em divulgá-los.

No dia 5 de novembro a 60 anos atrás esta imagem foi trazida de volta para a matriz pois o então bispo da época havia mandado retirá-la por causa das características acima descritas. Contam os antigos que após a retirada da imagem deu-se nesta região uma grande seca; chovia nas cidades vizinhas e aqui não. O povo ligou a seca com a saída da padroeira e exigiam sua volta. Quando a procissão estava chegando na igreja começou a chover. As testemunhas vivas aceitam ser entrevistadas...
No dia 5 de novembro de 1999 - 150 anos de devoção, a 60 do "Milagre da chuva" a igreja é elevada a SANTUÁRIO com a seguinte programação:
- 01/11 - 19h30min - Missa presidida pelo padre Antônio Maria.
- 02/11 - 19h30min - Missa presidida pelo Bispo de Campanha - Dom Diamantino.
- 03/11 - 19h30min - Missa presidida pelo Bispo de Amparo - Dom Francisco.
- 04/11 - 19h30min - Missa presidida pelo cardeal Dom Paulo Evaristo Arns.
- 05/11 - 19h30min - Dia da Consagração e elevação a SANTUÁRIO, com missa presidida pelo Arcebispo de Pouso Alegre Dom Ricardo Pedro.

  • CACHOEIRA DO COQUEIRAL    
    Encanta pela beleza.
Igreja
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Dentre todos os recantos naturais da cidade, a Cachoeira do Coqueiral é um dos pontos mais belos a se conhecer. Ela fica localizada na divisa de Monte Sião e Jacutinga, e é formada por duas quedas d'água sequenciais. Um pouco acima da primeira, existe uma segunda cachoeira mais alta e mais bonita, entretanto prejudicada pelo difícil acesso e pela ausência de um bom lugar para montar acampamento.
A Cachoeira do Coqueiral, nunca foi famosa por suas quedas d'água, mas sim pelo ambiente extremamente acolhedor e aconchegante que existia no local, orlado por esbeltos coqueiros e uma mata ciliar enfeitada por flores exóticas, e maravilhosas orquídeas enroscadas em árvores seculares.

  • MORRO PELADO:
    Inspiração para a origem do nome.
morro pelado
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É o acidente natural mais importante por ter sido o elemento inspirador do atual nome da cidade.
Missionários jesuitas viram no morro, grande semelhança com o Monte Sion, e sugeriram o nome para cidade. Do alto dos seus 1.319 metros de altitude, descortina-se um ampla e bela paisagem dos contrafortes da Serra da Mantiqueira.
Em noites sem neblina, é possível avistar diversas cidades paulistas, entre elas Campinas.
Quem já teve o prazer de subir no seu topo, maravilhou-se com densas matas tropicais e profundos vales. Pequenos riachos deslizam através da mata e por entre as rochas onde a luz do sol jamais atingiu, favorecendo com isso a grande umidade presente.
O Morro Pelado tornou-se um valioso e inestimável patrimônio natural.

praça pref. mario zucato
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  • PRAÇA PREFEITO MÁRIO ZUCATO
    Cartão portal da cidade.
praça pref. mario zucato
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Além de ser o maior cartão postal de Monte Sião, a Praça Pref. Mario Zucato é também fruto do trabalho e dedicação que o Sr. Estevam Comune, já falecido, atribuiu às plantas, hoje seguida pelo seu filho.
Sem nenhum estudo especializado e com o único intuito de embelezar a praça, o Sr. Estevam Comune deu formas vivas aos ciprestes e aos canteiros de flores.

  • MORRO DO MACACO:

Fica ao norte da cidade e sua altitude é de 1.139 metros. A paisagem é realmente linda. Pode-se chegar lá pelas trilhas existentes ou de automóvel.

  • PESQUEIRO LAGO AZUL:

Diversos tipos de peixes, 8 tanques, lanchonete, muito verde e completa infra-estrutura. Via estrada do Matadouro.

museu histórico
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  • MUSEU
    HISTÓRICO E
    GEOGRÁFICO
museu histórico
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Pertence a Fundação Cultural "Pascoal Andreta", entidade sem fins lucrativos criada com objetivos estritamente culturais. Faz vizinhança com a Prefeitura.O museu é dividido em quatro seções:
Na primeira, encontram-se documentos, aparelhos sonoros, máquinas datilográficas antigas, móveis, apetrechos de cozinha, lampiões, salão de barbeiro, coleção de botões, pedras e insetos, gabinetes dentários, pinturas do casario da cidade, da zona rural e de figuras pitorescas.
A segunda seção reúne somente fotografias onde se podem apreciar aspectos antigos da cidade e seus moradores, e uma coleção de moedas e cédulas.
A terceira seção é a mais nova e foi inaugurada durante o XXIII Congresso Brasileiro de Espeleologia. Trata-se da primeira caverna artificial instalada dentro de um museu, com 15 metros de extensão, um travertino com água corrente, belas estalactites tipo "canudos" com água gotejando, pérolas, flores de aragonita e até mesmo um abismo ainda inexplorado.
A quarta seção retrata fielmente a zona rural da região. Alí estão expostos o rancho do tropeiro com duas esculturas em tamanho natural, a casa de sapé com esculturas, o moinho de fubá, o rodão d'água girando e acionando um monjolo, oficina de ferreiro, coleção de armas e peixes, moedores de cana, carro-de-boi, trole, oratórios etc.
Circulando duas laterais da quarta seção, foi construído um mezanino utilizado para exposições de rádios, vitrolas, máquinas de escrever e de calcular e muitos outros objetos antigos, doados por moradores da região.
Sem dúvidas nenhuma, a iniciativa da construção do museu é louvável e de muita conciência cultural, um empreendimento que não pode ser deixado de ser visitado por qualquer um que visite Monte Sião.

Porcelana Monte Sião

As porcelanas são feitas dos seguintes materiais: Argila, Caulim, Feldspato e Quartzo. Essas matérias primas são extraídas da região. A Porcelana Monte Sião, com 40 anos de tradição, é a única que produz porcelana Azul e Branca no Brasil. A linha de desenho das peças é totalmente artesanal, de modo que nenhuma de suas pétadas são iguais as outras. A fábrica é auto-suficiente em madeira para queima dos seus fornos, com uma área exclusiva para reflorestamento.
O visitante poderá percorrer suas instalações e conhecer todo o processo de fabrico da porcelana.O visitante não poderá deixar de visitar este empreendimento que nos seus 40 anos de existência, todo o maquinário utilizado para produção das porcelanas foi engenhado na própria fábrica e até hoje se rende com sucesso à evolução tecnológica.

BANCOS NA CIDADE

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Praça Pref. Mário Zucato, 57
Fone: (35) 3465-1590

BANCO DO BRASIL
Rua Pref. José Carlos Francisco, 218
Fone: (35) 3465-1024

UNIBANCO
Rua Presidente Tancredo Neves, 360
Fone: (35) 3465-1136

Como chegar em Monte Sião

Mapa de localização reduzido.
Clique aqui para ver mapa rodoviário mais completo.

Distâncias aproximadas:
- São Paulo: 170 Km
- Campinas: 110 Km
- Belo Horizonte: 480 Km
- Brasília: 1.100 Km
- Rio de Janeiro: 460 Km